Tokio Hotel fala sobre novo álbum e moda em entrevista à VENTS Magazine

Bill e Tom Kaulitz do Tokio Hotel fizeram uma entrevista pra edição 43 da revista VENTS. Veja a seguir a tradução completa da entrevista:

Nervoso e em constante mudança, o frontman do Tokio Hotel Bill Kaulitz alcançou um espécie de status de ícone. Em listas de mais bem vestido e uma vez citado por um famoso designer de moda como “pop art trazido à vida”, o vocalista tem estilos de cabelos suficientes para preencher sua própria revista. Esta habilidade de constantemente evoluir é possível de ser visto no mais recente lançamento dos garotos, Kings of Suburbia. O quinto álbum do Tokio, muitos consideram uma transformação da banda, trazendo uma mistura de eletrônico, rock, e pop rock tudo em um só. Talvez levou uma década e meia pra realmente se encontrarem, mas qualquer que seja o caso, parece estar funcionando.

Neste dia, Kaulitz, o irmão gêmeo Tom, Georg Listing e Gustav Schäfer estão em LA para uma performance promocional, tendo acabado de chegar de uma passagem na Europa para o Ano Novo. “Estamos de volta ao palco!”  Kaulitz irradia. Após um período de silêncio do Tokio, eles revelaram em 2013 que um novo álbum estava em andamento. Kings nasceu. “Nós amamos festejar e sair tarde! É isto que acontece no nosso tempo livre. Nós não fizemos nada por um tempo então foi isto que fizemos. Mas estamos constantemente trabalhando quando nós realmente entramos na música.” Este tempo longe impulsionou a banda numa visão artísticamente diferente. Imagine reunir as tropas para desafiar as grandes cabeças. “Ninguém entendia nossa visão, os compositores e os produtores. Então nós dissemos “esquece” e montamos nosso próprio estúdio para gravar. O álbum acabou tendo elementos eletrônicos. Enquanto nós festejávamos, muito de nossas experiências evoluiram neste estilo.”

Ficando em #1 em 30 países, Kings of Suburbia é o álbum do Tokio Hotel mais bem sucedido no iTunes. Com faixas como “We Found Us” e “Never Let You Down”, eles podem se deparar como testamentos a duas forças opostas na arte: evoluindo enquanto se auto-descobre, e a necessidade de apaziguar uma legião de fãs de trabalhos anteriores. Claramente, Tokio conseguiu. “O objetivo era de comprometer mas também fazer as pessoas felizes. Eu queria amar cada uma das canções. Nós não queríamos que cada canção fosse o mesmo. É tipo como quando seu humor muda todos os dias. Até os membros da banda, nós todos somos diferentes e temos gostos diferentes,” Kaulitz elabora.

“Nós aprendemos tanto com erros,” Kaulitz afirma no que diz respeito ao que fizeram na última década e meia. “Musicalmente, nós começamos aos quinze anos. Uma década depois seu som pessoal é desenvolvido. A chave é ser autêntico. Até o meu visual e estilos de cabelos eram eu mesmo. Mudar é importante; você não deve continuar num mesmo nicho para sempre.” Até amarrado em seu ó tão conhecido e reverenciado senso de moda, Kaulitz nunca olhou para sua imagem pessoal como um movimento de relações pessoais. Isto apenas acontecia, e as pessoas acabam por notar. “Você não pode impor isto a ninguém. Isto faz parte do ‘ser artista’.”

Terminando 2014 com um estrondo e um dinheirinho (#1 com certeza tem uns ganhos de negócio), o 2015 de Tokio Hotel é para os fãs ansiosos por ver – e ouvir – mais deste quarteto que constantemente transforma.

Fonte: VENTS Magazine

Tradução: Conexão Tokio Hotel Brasil

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